Abaixo, recomendo os video regido pelo maestro Arturo Toscanini. e Wilhelm Furtwängler.
O FILÓSOFO THEODOR ADORNO dizia q só existia dois regentes q representavam a força da hermenêutica sonora e da mimesis (da imitação gestual) na música: Arturo Toscanini (1867-1957) e Wilhelm Furtwängler (1886-1954)
Adorno dá uma aula sobre mimesis qd relaciona-a com a interpretação musical..mimesis e racionalidade na reprodução musical.
Com efeito, "o mímico habita a música como tal" (...) Interpretar significa representar (...) e é nesse ponto que está a comunicação entre a obra e o intérprete.
Toscanini regendo Richard Wagner
e Wilhelm Fartwängler regendo Brahms.

Filosofia para todos. David Hume e o ceticismo moderno.

DATA: 25 de novembro (QUINTA 18h30) no auditorio do CFCH na faculdade de educacao da UFRJ na praia vermelha. Avenida Pasteur, 250-URCA.
Entrada grátis.
Ministrado pelo Dr. Prof. Reuber Gerbassi Scofano.
Ele trabalha a filosofia dialogando com o cinema e a MPB...muito didático e interessante, além de hiper engraçado.

Durante uma conversa pelo MSN um jovem senhor pediu carinhosamente a sua amiga: "Por gentileza, não faça aquilo e nem aja daquela forma pois eu não gosto e atiça em mim as fúrias mais primitivas". Algumas semanas após o pedido, aquela mulher virtual se manifestou em corpo presente e efetuou aquela ação que aquele pedinte não gostava. Então aquele jovem ficou muito sem triste e sem graça, mas enviou um recado: “fulana, eu não gostei daquilo que você fez visto que eu já havia solicitado que não fosse feito aquilo, mas como você fez propositadamente, me soou como afrontamento e provocação“.
Mesmo movido de raiva interior, aquele rapaz foi muito amoroso ao emitir alguns conselhos básicos para o bom prosseguimento afetivo e existencial daquela jovem senhora. Ele assinalou: “Você procura freneticamente arrumar um grande amor, no entanto, você só anda mal vestida e parecendo uma barangona, por isso, você está barangona. Suas fotos de profile nas comunidades relacionais são lindas e de excelente aparência aos olhos que possuem bom gosto, mas na vida real, as imagens não correspondem com a propaganda fotográfica emitida. Evite usar calças jeans porque você não tem bunda e suas pernas são hiper grossas, no entanto, você tem seios avantajosos e bonitos, lábios carnudos e sorriso divinal. Use vestidos com decotes ou outra combinação que destaque os aspectos positivos e esconda os aspectos negativos do âmbito corporal. Por gentileza, ande direitinho, cheirosinha evite falar mal de seus ex amores, amigos e de seus clientes, pois dessa forma, você queima o seu próprio filme como pequena empresária do seu ramo; estude outras línguas pois o seu contexto profissional exige grande articulação relacional com pessoas de diferentes classes sociais e lugares“. Ao ler aquelas dicas estéticas-existenciais, aquela mulher responde na defensiva: “Obrigado por seu e-mail mal criado, porém, não quero nenhum tipo de contato contigo, pois não és meu amigo de verdade. Amigo de verdade não me chama de barangona, mas diz que eu sou ninfeta e capa de playboy. Não interessa o que você e os outros pensam a meu respeito, porque estou sempre cantando sobre a “lenta flecha da beleza” de Nietzsche”. No poema ele diz: "A mais nobre espécie de beleza é aquela que não arrebata de vez, que não se vale de assaltos tempestuosos e embriagantes (uma beleza assim desperta facilmente o nojo), mas que lentamente se infiltra, que levamos conosco quase sem perceber e deparamos novamente num sonho, e que afinal, após ter longamente ocupado um lugar modesto em nosso coração, se apodera completamente de nós, enchendo-nos os olhos de lágrimas e o coração de ânsias".
E continuou pela vida ...e a vida continuou...Quem é quem? Ser ou não ser? Ser ou estar? Para ela, tudo é Dasein...Heidegger precisava comê-La.


Assisti o filme “A ARCA RUSSA” em que o cineasta Aleksandr Sokuróv passeou com câmera por 35 cinco salas do museu Hermitage em São Petesburgo durante 90 minutos sem corte nas imagens. Escrevi este texto sem parágrafos para não cortar o tesão do fluxo contínuo daquilo que foi tecido junto: as idéias.
“Não me pergunte quem eu sou e não me peça para permanecer o mesmo (Michel Foucault)”.

Domingo dia 14 de novembro (2010) fui tocar na ICI (Igreja Cristã de Ipanema) à convite da Bianca Mala faia (Schaulin). Na ida, encontrei muitos casais de gays e lésbicas movidos por excitante euforia dentro do metrô rumo a passeata mercadológica do amor. Toquei naquela cerimônia religiosa onde mesclei hinos sacros com músicas de Tom Jobim, visto que, aquela comunidade de fé é composta de pessoas de alto nível intelectual, simpatia e bom gosto. Ouvi um belíssimo e profundo sermão do reverendo Edson Fernando falando sobre a inevitabilidade da finitude existencial, e terminamos cantando “nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia, tudo passa tudo sempre passará, a vida é como ondas de um mar, não adianta fugir (...) há tanta vida lá fora (...)”. Finalizada aquela reunião litúrgica, fui convidado a tomar um chopp/cerveja (urina de Cristo) no Itaí em Ipanema, mas recusei, pois optei ardentemente por caminhar no calçadão em direção aos babados da turma do arco-íris. Quando cheguei ali perto da Siqueira Campos e Copacabana Palace, encontrei uma multidão de duplas se beijando, se atracando energeticamente. Fui observando tudo e fazendo uma retrospectiva de minha vida e cheguei a uma conclusão: como eu mudei muito depois que li Foucault, Deleuze e Proust, pois há 7 anos, seria impensável eu estar caminhando vendo tudo aquilo, pois os discursos eclesiásticos me impediriam de trafegar por ali assinalando que era abominação e perversidade aos olhos do Sagrado. Não me pergunte quem eu sou e não me peça para permanecer o mesmo (Michel Foucault). Achei maior barato ver aqueles beijos picantes e esfrega-esfrega, rôlas e seios expostos nos bastidores e escutei muitos pontos de vistas favoráveis e não favoráveis àquela articulação política e corporal-sexual. Ao passear entre eles, conversei com alguns e vi o quanto são pessoas divertidas e engraçadas. Um deles chegou a dizer-me que se eu for para uma academia, ficarei um moreno sedutor e altamente pegável (kkkk...). Agradeci o conselho e segui em frente, porém, encontrei um grupo de evangélicos com aqueles folhetos catequéticos assinalando que toda nudez será castigada e apontando para uma salvação caso aquelas pessoas apagassem aquele fogo biológico. Mas, é possível controlar a chama da sexualidade em nome de uma conversão metafísica? Diz Nietzsche, que a sexualidade é como uma teia que quando é cortada, tece-se por si mesma. Será se Deus com tamanha infinitude universal, estaria preocupado com o cu, a xereca ou a piroca das pessoas e qual tipo de combinação é efetuada num minúsculo planeta na periferia de uma galáxia e destinada a desintegração futuramente? Não me preocupei com a cor da unha do elefante, mas ao ver aquela multidão que a cada ano cresce “assustadoramente“, fiz a seguinte pergunta: Como e porque os homossexuais se multiplicam tanto se eles não podem procriar? Isso é um milagre, pois há uma subversão da normalidade que desencadeia a geratividade numérica e afetiva, por isso, tem coisas que nem Freud explica, talvez Deus explique. Outra questão que levantei ao ver aqueles “caras pintadas” evangélicos e muitos se dizendo que são ex viados lavados e remidos pelo sangue do Cordeiro foi: Será que um cara que já levou uma vez ou várias no rabo consegue deixar de ser viado? Será se eles não manipulam ou são manipulados pelo sistema em nome de Deus, mas nas guaritas mais secretas há um efervescimento luzente dos piscas piscas divinos anais e peniais? Finalizo citando um caso verídico: “Um viado passivo sentiu medo ao ouvir um sermão profético-pastoral sobre o juízo final e o lago de fogo infernal preparado aos sodomitas e efeminados, e logo, resolveu se converter. Cumpriu todo período probatório catequético e resolveu dar testemunhos em nome de Deus e como bom papagaio, pregava a condenação, o juízo eterno e o sofrimento daqueles que optassem pela diversidade das cores. Um pastor que conhecia bem o ramo, e acredito eu, também experimentou o santo caralho nervótico, ficou muito puto ao ouvir aqueles sofismas terroristas em nome de Deus e chamou aquele pregador para uma conversa olho no olho, de homem para homem e perguntou: “Seu filho da puta! Fala pra mim porra! quando você vê um garotão saradão perambulando na sua frente o seu fiofó não pisca como árvore de natal ao imaginar a entrada triunfal do fagote e bagos do jumento humano? Fala e não mente seu imbecil. Vai dizer que você não adora os ramos de oliveira do prazer“?. E aquele ex viado disse: “é pastor, cada dia eu mato um leão quando penso naquilo“. “Então cala a boca! pare com essas babaquices e encheções de saco de pecado, diabo, inferno e os cambáus e pregue o amor, a misericórdia, a boa nova do evangelho de Jesus Cristo, aquele que morreu por que amou aqueles que não eram amados, pois acreditava que todo amor é sagrado”, disse aquele pastor furioso com aquele cena teatral que viu. Jesus estava certo ao dizer: “não é o que entra que contamina, mas é o que sai que aterroriza (ogivas com vírus metafísicos). Adoração transexual e ministério do arco-íris são temas para pastores bofes de elite e seus simpatizantes. Esses odeiam o apóstolo Paulo, mas adoram os apóstolos Foucault e Marcel Proust. Esses obreiros adoram pregar sobre temas intrigantes como: “Em busca do churro perdido”. Dizem que quando Jesus voltar, o homem terá a Sodoma e a mulher terá a Gomorra. Pastores efeminados e pastoras masculinizadas são como acordes invertidos que outrora era proibido na música, mas na música moderna são permitidos. Na Idade Média, até o trítono era abominável porque “deus” não gostava, mas atualmente se o ministro de música não utilizar o trítono na liturgia, ele perde o emprego porque pastores são dominantes e às vezes, alterados. (Obs: A unção do trítono costuma deixar os pastores com o entendimento diminuto).

Em Cristo (o sinistro), Joeblackvan.

Dedicado à FABAT (STBSB) e CBBB


A bandeira está parada; o vento está calmo. É o coração dos homens que está agitado (Canône Budista extraído do filme Cinzas do Passado).
O rio corre para o mar...o Espírito retornará a Deus tão vazio (Mark Hayes-pianista e compositor)

Estava eu assentado num alto e sublime e trono ali pelo centro do Rio de Janeiro, e ouvi uma voz que dizia: Os Ribeiros estão prontos para a seca. Weil? Questionei eu no meu silêncio sonoro mas não houve WARUM (...). Fui dormir e sonhei com um boneco de sal não se queimava, pois ele era possuído pela neve em solo alemão e tinha horror a cebolas durante os cardápios extra-teológicos. Minha memória involuntária já foi logo direcionada para o texto bíblico de Josué 8:10 que está escrito: “Josué! Não temas, porque nas tuas mãos os entreguei (...)”.
Tudo era muito confuso em meus devaneios inconscientes, no entanto, subvertendo a proposta freudiana, aposto que os nossos sonhos podem ser os desejos “inconscientes” dos outros. Dias e dias se passaram, linchamentos acadêmicos afobaram-se, e o poderoso chefão ficou “adormecido” em seu túmulo fantasma numa artimanha afro-estratégica. Meus orixás avisaram-me, mas fiquei na expectativa de uma superação (Aufhebung) batista-administrativa em meio as chamas incandescentes na colina.
Como apaziguar o caos se borboletas voavam com asas de mulher maravilha mas com bafo de terrorista? Como superar a freneticidade noológica de um gênio chamado “Ondas Coordinatums” cuja a produtividade constante atiça e desestrutura as guaritas mais secretas no campo eclesiático? O que fazer? Para onde ir? Se batesse com a vara no Ribeiro, as águas poderiam se tornar amargas; Se desse um tiro nas margens, o campus poderia se encharcar, e talvez os alunos ao se depararem com as salas inundadas, poderiam achar que o imóvel chorou pela partida da maior genialidade intelectual já vista em solo batista.
Enfim, acordei pensando numa passagem herética-poética onde o narrador mostrava o espírito lúdico com que um negro apostava com o mar dizendo: “Mar! Tu sabes as minhas limitações humanas, porém, se eu atravessar a nado e voltar, concedes-me um dos teus afluentes para que eu me delicie com a minha pequena força braçal. Ele foi e voltou, cheio de energia e cheio de vida, e foi concedido muito mais do que pediu e pensou, porque o poder de “Deus” se aperfeiçoa nas fraquezas. Portador de multiplicidades aquáticas, foi lhe dado a oportunidade de sair da comodidade das piscinas, lagos e praias e se banhar num ribeiro. Ao entrar nas águas ele sentiu a força telúrica ribeirinhas das ondas que perturbam seu interior traumático ameaçando afoga-lo. Saiu as pressas daquele ribeiro profundo e foi direto para seu aposento e pegou num sono profundo que desembocou num terrível pesadelo ao ouvir sua própria voz em forma de espelho vocal dizer: “Osvaldo! Osvaldo! Porque me persegues? Acordou assustado e não perdeu tempo e ligou para seu assistente dizendo: “Hallo meine Lieber! Por favor (bitte), construa uma barragem com urgência porque não suporto rios de águas vivas. Prezado Patrão, o problema é que a empresa não tem grana no momento para fazer esse Hinderniss, disse aquele funcionário competente, esforçado, realista e visionário. Então ele disse: Mas eu tenho, deixa que eu pago do meu bolso o corte dessa nascente que me atormenta. Quero a cabeça dessa fonte urgentemente. Então puxou uma espada caríssima e cortou aquela cabeça pensante que se refez por si mesma, porque as idéias são como a sexualidade que quando é cortada, tece-se a si mesma (Nietzsche).
Ambas as partes saíram vitoriosas, pois Ribeiro possui força retórica intelectual construída com esforço e Josué possui força estratégica e financeira devido ser poderoso.Cada um seguiu sua vida. Deus seja Louvado, pois ambos vieram debaixo, porém, subiram suntuosamente com prodigialidade. Mas os ventos proféticos sinalizam que o sal está para o norte e a luz está centrada no sul, assim diz o Senhor dos heréticos.
Nem olhos viram nem ouvidos ouviram o que “Deus” preparou para nós.

Joevan de Mattos Caitano é batista-budista, negro, paraense-amazonense-carioca-alemão, ex peão mirim na Transamazônica (cabo de enxada nos anos 90) , rumo nach Deutschland (germany) auch für mein Doktorarbeiten. Se porventura eu retornar, espero voltar com as duas cabeças; a de cima e a de baixo, pois ambas trabalham sem cessar, por isso, tenho orgulho delas. Sou prodígio e sinistro.
Grüsses aus der Lapa-Himmel.

“Se tentaram matar os teus sonhos sufocando o teu coração (...) não desista pois os sonhos de Deus jamais vão morrer (cânticos espirituais)”;
A história está perdida sem a memória, pois a memória redime a história (Walter Benjamim).

Revisitando alguns bons e-mails de outrora, encontrei um com a seguinte frase: “Aquele que provar de mim (chá de...) nunca mais terá sede“. Era por volta de 23h e minha memória involuntária fez um vasto e longo passeio pelos bons momentos que a vida ofereceu-me. Segundo Nietzsche, “há uma via promissora no olhar retrospectivo do historiador-artista, pois todos os fenômenos históricos são mundos que sempre se abrem a novos olhares e a novas avaliações“.
Abatido existencialmente, peguei no sono e tive dois sonhos paralelos, porém, “desconexos“. No primeiro, sonhei que eu era um atacante na seleção Tcheca contra a equipe da Rússia num dia de muita neve. O jogo era truncado com muitas faltas e chutão pro alto, mas eu era bem marcado. Entendia tudo o que os russos diziam contra mim, pois eu sou um letrado em línguas eslavas. Estava tudo no 0x0 e não sei o resultado final, porque a transmissão da partida inconsciente foi cortada e entrou outra conexão num contexto latino:
Estava no alto de um morro e vi um Senhor assentado sobre um sublime trono e ele me disse: Varão! “Vê aquele matagal lá embaixo se mexendo?” Sim, sim, sim respondi sonambulamente: “Desce rapidamente porque o Senhor fará maravilhas“. Obedeci e ao entrar naquele pântano, vi uma sucuri que estrangulava prazerosamente uma mulher com apertos ecológicos. Então, puxei uma arma e atirei naquela criatura rastejante que arregalou os olhos e disse: Mattos! Mattos! Porque me persegues? E se apagou bruscamente.

Acordei subitamente, suado, assustado, excitado, molhado, arrebentado e não sei como voltei para casa porque o pesadelo foi cortado pela metade. Só sei que ainda estava escuro e a luz ainda não tinha brilhado. Possuído pela cocaína afetiva, pensei nos contos inacabados de Kafka e cantei depressivamente: “Obrigado Senhor, porque a minha vida não teve um fim”. Sem sono, fui ver um filme aritmético e estudar russo, porque a história e memória são uma só carne disse Jacques Le Goff.
O dia amanheceu, o sol brilhou e eu encarei a realidade porque a história é uma ciência em marcha, por isso, ela deve se mexer, progredir, não pode parar. O historiador não pode ser um sedentário, um burocrata da história, mas deve ser um andarilho fiel ao seu dever de exploração e aventura escreveu Marc Bloch, no entanto, quer queiram ou não, os homens são herdeiros do seu passado e terão de viver a contradição entre a herança e a novidade.

Abraços
Joeblackvan \ Joe (Joevan de Mattos Caitano) ex morador na Transamazônica-Pará entre 1985 e 1996 e Manaus-AM 1997-1999.
www.joevancaitano.blogspot.com

Bibliografia
BLOCH, Marc. Apologia da História. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
BENJAMIM, Walter. “Sobre o conceito de história” (SCH): In Obras Escolhidas: São Paulo: Brasiliense, 1981.
LE GOFF, Jacques. História e Memória. Campinas: Unicamp, 2003.
NIETZSCHE, Friedrich. Escritos sobre História. Tradução, apresentação e notas de Noéli Correia de Melo Sobrinho. Rio de Janeiro: Editora PUC Rio, 2005.
Filmografia
Aritmética Emocional. Paolo Barzman; Drama, 2008.
Nossas inquietudes. Documentário sobre psicanálise.


 

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