Em meados dos anos 90, eu trabalhei em Itaituba –Pará. Lá conheci a Jeanne Freitas Barbosa, a Adriana Freitas e o Jean Freitas e a Jeciane Freitas provenientes de família muito humilde. Os pais eram zeladores da igreja onde eu trabalhava. A engrenagem da vida levou a Jeane para Curitiba através de um casamento com um mulato militar. O casamento diluiu-se, mas ela ficou por lá. Posteriormente, a irmã mais nova (Adriana) migrou-se para lá buscando melhores condições de vida. Nas ruas aleatórias da vida, Adriana conheceu o Valdir Luiz Dias e ele ajudou muito ela (Adriana) e a filha pequena da Adriana durante dias ruins cheio de instabilidades na terra que mana frio e ruas limpas. Valdir tomou conhecimento que o irmão caçula (Jeff) estava passando por momentos difíceis no Pará. Estava desempregado e queria fazer merda, pois ficar sem dinheiro é coisa muito desconfortável no abismo escuro do que fazer? para onde ir? Qualquer homem (por mais alto astral q tenha) se sente frágil e todo desconfigurado quando fica duro por muito tempo. Valdir moveu os pauzinhos e trouxe o Jeff matuto para Curitiba acolhendo-o numa metrópole. Jeff pagou micos no começo, mas foi aprendendo os macetes de convivência num novo Brasil chamado Planeta Curitiba. Valdir deu todo o apoio, incentivo e conselhos até o Jeff se estabilizar profissionalmente. Hoje, Jeff caminha com as próprias pernas em Curitiba trabalhando em emprego estável. Jeff come, bebe, dorme, caga e mija consciente, malha na academia para se manter espirituoso e gostoso...toca bateria na igreja...anda de cabeça erguida no sul do Brasil e ainda retorna para visitar os familiares e amigos no Pará..Jeff deu a volta por cima, graças as lentes visionárias de boa vontade do Valdir. Recentemente, a mãe da Adriana, Jeane e Jeff ficou na corda bamba entre a vida e a morte. Teve que viajar às pressas para Curitiba para tratamento intensivo. Durante mais de 30 dias consecutivos, Valdir anjo da guarda não fez corpo mole vendo aquela senhora dotada de muita fé dançando na beira do abismo. Diariamente, as 5h30 da manhã, Valdir acordava disposto, botava a velha no carro e pegava a estrada...As 7h da manhã, ela estava dentro do hospital fazendo sessão de radioterapia...A velha fez tudo direitinho e hoje está viva, diviva e cheia de energia...Valdir fez esta maratona toda por amor a família da Adriana e do Jeff... Na vida, nos deparamos com bons encontros e com maus encontros. Os maus encontros nos sugam, nos detonam e nos afundam na cova da humilhação. Mas, quando somos abensonhados por bons encontros, a nossa vitalidade é restaurada. Nos sentimos acolhidos e agraciados com mãos preciosas portadoras de rejuvenescimento e júbilo ...Nos sentimos bombeados para o enfrentamento da vida se fazendo risco no cotidiano...A gente se sente habilitado para agir com lucidez com sensação positiva do SOU UM CARA DE CARA PARA A VIDA... Adriana, Jeff e a mãe deles foram vítimas do bom encontro com o Valdir...Valdir por tudo o que fez pelos meus amigos (a), é considerado um GIGANTE DA HOSPITALIDADE, por isso, entra no rol dos meus homenageados, porque é gente bondosa que faz...Como ele mesmo disse-me numa roda de chopp no Amarelinho-Cinelândia em 2012: Joe! Por mais que o mundo jazz no mau do maligno, eu ainda acredito e aposto que o bem \bom continua vencendo as forças abortivas do mau\mal. Agora há pouco a Adriana me disse: Joe! Faz sim a homenagem...O Valdir foi um anjo na minha vida...Tem um coração de polvo... VALDIR....TU É O CARA...DEUS TE ABENÇOE E TE PAGUE DO JEITO Q MELHOR APROUVER A ELE (Sagrado\Mistério)... Abraço fraterno e grato do Joe....

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