Hoje em dia, é preciso ser bem malandro e estratégico quando vamos falar sobre relacionamentos afetivos senão, a gente pode pagar mico e micão feio. Um dia re-encontrei um amigo de Seminário que havia se casado há pelo menos 2 anos. Lá fui eu abraçar ele e todo empolgado no meio da galera dele perguntei: E tua esposa FULANA? Como ela está? Você casou com uma diva....gente boa ela....Daí ele todo sem graça me falou...Joe...já me separei...e esta aqui é minha namorada...Tóin Tóin Tóin...A namorada era tão discreta que passei lotado achando que fosse amiga\companheira de caravana.....Na atualidade, o tempo de vida útil de um casamento está cada dia menor...Quem pensa em se casar na modernidade, precisa estar disposto a defender a tese do amor em no máximo 3 anos, pois não há garantia de prolongamento\renovação da bolsa afetiva...No final deste período, quem publicou com intensidade nas paredes do coração, está destinado a coroa da vida, mas quem desprezou a intensidade e a potencialidade administrativa à curto prazo, está fadado a conviver com o caos do ter que nascer de novo pós-separação.... Joe...

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