Dentro de nós, existe algo que não tem nome, e isso, é aquilo que somos

Questionei uma amiga se ela era heterossexual ou bi-sexual e a resposta dela foi: Eu não sou rotulável...não me prendo nem aceito rotulações....Sou um mistério ambulante...Achei isso muito bacana, pois seria tão bom se a gente não tivesse que rezar cartilhas de sexualidade perante a sociedade. Bom seria se nós homens pudéssemos acordar se sentindo machão e saíssemos pelas ruas agindo como machões...Bom seria também, se porventura, acordássemos nos sentindo uma franga, e andássemos sem frescuras por aí agindo com uma franga, sendo feliz sendo toda e tão somente FRANGA...Bom seria, se as mulheres super femininas, também acordassem se sentindo mulher macho e saísse por aí exercendo o lado masculino com pulsão e emoção...Somos uma coisa e outra....Qual de nós homens, nos bastidores não sentimos frangas em determinados momentos secretos da existência quando nosso lado feminino pulsou mais forte? Quantas mulheres não tiveram o lado masculino exposto para fora quando o vulcão da masculinidade apaziguou e dominou\subjugou o lado feminino por algum tempo temporário??? Precisamos de rótulos, pois há necessidade signos, pois somos dependentes dos leitores sociais...Mas, cá para nós, bom seríamos, se pudéssemos viver sem estes rótulos que nos constrangem...Dentro de nós, existe algo que não tem nome, e isso, é aquilo que somos, escreveu o sábio Saramago. Joe

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