Não se pode fundar o matrimônio no amor [...] (Joe e Nietzsche explicam)

Cansei de escutar nas igrejas que casamento é monumento afetivo instituído por Deus até que num belo dia, vi um pastor fazendo de tudo para que a filha profetizasse o fim do namoro, pois o mancebo manjuboso e amoroso, era de família pobre. O mesmo sacerdote que pregava com lentes coletivas sobre a fidelidade e a divinoalidade da junção corporal, era o mesmo que discretamente e secretamente com lentes individualistas, defendia o amor em nome de interesses e manutenção de castas sociais. Enfim, Namoro rompido segundo a "vontade de Deus", filha casada com filho de burguês, e a Glória do Matrimônio "Divino" segundo a imagem e semelhança do homem se fez para o money alegriaaaaaaa. Adoro baús que nos encantam, desde que (honestamente) se tire o nome de Deus da jogada quando se planeja estratégias de golpes volitivos e\ou no desejo afetivo de equilíbrio de potências. “Não se pode fundar o matrimônio no amor”, “o casamento moderno perdeu sua significação; conseqüentemente está sendo abolido”, e “ainda que isso não seja uma objeção ao matrimônio, mas sim contra o modernismo” (Nietzsche, o Crepúsculo dos Ídolos) Joe....

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