Entre agosto e setembro de 2004, após um chá de pressão no internato da FABAT, Bianca (Schaulin) resolveu fazer o vestibular para bacharelado em Regência. Fez e passou. Durante de 2005 até 2012, Schaulin ralou muito para sobreviver, pois não tem pai burguês, nem tampouco mãe (faleceu quando ela ainda era criança), por isso, precisou fazer malabarismos com o tempo para poder tocar a vida. No fluxo de 7 anos, ela trabalhou, estudou e se enrolou\se enroscou de forma convergente. Ontem, dia 06 de novembro de 2012, Schaulin nos presenteou com um belíssimo recital de formatura no Salão Leopoldo Miguez na Escola de Música da UFRJ. Quem esteve presente viu e sentiu a nobreza e a singeleza da musicalidade de uma Schaulin, baixinha, porém, diviva, pois ela é a imagem da GRANDEZA de ser pequena. Com casa cheia, e conduzindo braçalmente um repertório complexo e dinâmico para coro e afins, ela soube através de gestos simples e nobres, elevar-nos à condição de espectadores jubilosos\jubilados à enésima potência de glamour e prazer. Disse Joesus: “Dê honra a quem tem honra pela musicalidade, simplicidade, maluquicidade lúdica, profissionalidade, espiritualidade e popularidade na raiz”. Que venha o mestrado e o doutorado. Falei para ela arrumar os panos de bunda dela e vazar para o exterior para crescer mais no ramo, porque ela é fera...Em breve, Universidades Brasileiras ou em outras partes do mundo irão querer apadrinhá-la como docente ou afins. Quem é sensível, é oportunista.... “Raramente quebramos a perna quando subimos trabalhosamente na vida”, escreveu São Nietzsche. Saudações com louvação azucrinoza...É Schau¿ É sim Joe..agora acabou a grande tribulação estudantil (graduação= fase de soldado (a) raso) Joe.. Parte avessa de Schaulin...Anima e Animus. Toda felicidade que há na terra, Meus amigos, vem da luta! Sim, a amizade requer Os vapores da pólvora! Em três coisas se unem os amigos: São irmãos na miséria, Iguais ante o inimigo, E livres diante da morte! Extraído da fonte nietzscheana.... NIETZSCHE, Friedrich. A GAIA CIÊNCIA. Tradução, notas e posfácio de Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia Das Letras, 2001, página 37

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