Achei muito engraçado a postura de uma jovem professora em início de carreira. Ela virou para um aluno já bem mais macaco velho do que ela em Martin Heidegger e disse na cara de pau: " Oi Fulano! Eu trouxe este livro escrito por este autor para o você ler, pois este autor, coloca o Heidegger no seu devido lugar". Tal colega veterano confessou que se cagou de rir nos labirintos do eu profundo. Não defendo a ideia de que autores como Nietzsche, Heidegger, Dostoiévski, Derrida, etc, e outros sejam deuses monumentos intocáveis, mas só acho que docente que está iniciando a carreira, dando os primeiros passos na longa e elástica esteira do pensamento, deve ter um pouquinho mais de malandragem e humildade quando dentro de si mesmo, arvora um desejo de derrubar árvores frondosas com a tesoura mágica do superego e do Id mais inocente e\ou estratégico possível. Tem certas arvores que não se machucam com tesouras nem com golpes de martelos....É preciso esperar para receber ou não as dádivas do tempo, para emitir golpes mais suntuosos com o auxílio da espada muti-gumes... Enfim....Ficar no sapatinho por tempo indeterminado, observando o bailar do pensamento dos grandes deuses, é uma boa estratégia para entrar paulatinamente nas guaritas mais secretas destes mesmos "deuses", para enfim, decidir dançar com eles ou fuzilar o ritmo e a poesia destes mesmos deuses.... Só não me responsabilizarei pelas vítimas do campo de batalha do céu e do inferno das palavras epistêmicas da animosidade alheia... Resumindo em linguagem do povão: É PRECISO TER CACIFE PARA FAZER CERTAS AÇÕES ABOMINATIVAS... Joe...

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