São Jorge faz parte da cultura brasileira...do imaginário coletivo brasileiro....A melhor forma de se viver uma democracia num país laico é as pessoas se respeitarem...Quem não gosta ou não tem afinidades com o Jorginho do cavalo negro, mas gosta do cavalo branco, que fique com os anjinhos (japinhas) do cavalo branco e respeite a manjuba espirituosa do Jorjão do cavalo monstro....Já quem curte o cavalo preto de fogo bélico, deve respeitar a pegada do cavalo branco....Que cada um seja feliz com suas ilhas e seus apocalipses de interesses e gostos pessoais....Agora se um nicho começa a demonizar embecilmente o outro nicho em nome de Deus, aí é óbvio que alguém vai revidar e vence quem tem melhor argumento...(de preferencia, que se tire Deus da jogada e que cada lado assuma as próprias palavras)...Minha opinião na modernidade é: Cada um (dimensão privada e nicho coletivo), deve \tem que respeitar o outro do jeitinho que ele é....Quem gosta de novelas, que assista a sua novela...quem gosta de ir na igreja, que vá a sua igreja...Quem gosta de ver filmes, que se tranque em seu cinematografismo interior....Mas, não dá mais prá vivermos nos achando os donos da verdade...Não sou evangélico (porque o que muitos pastores fazem em nome de Deus em nome de interesses políticos e financeiros me dá nojo e envergonha o nome de Cristo).....Também não gosto de novelas...Portanto, meu discurso é neutro....Tenho minha fé secreta no Sagrado e desejo que todas as mulheres que possuem cavalos másculos manjubosos, sejam sábias, criativas e afetivas para gozarem nas ilhas de Patmos dos prazeres sem ceder a inocência e à imbecialidade de que tamanho não é monumento, pois aquilo que viaja com profundidade, também condena e machuca pela exoticidade.... ..Abraços do Joe.. Compartilho o texto do Prof. (teólogo) Dr. Osvaldo Ribeiro (Depto de Ciências da Religião nas Faculdades Unidas de Vitória-ES) http://peroratio.blogspot.com.br/2012/11/2012759-sobre-jorge-jorgeogum-e.html Sobre Jorge, Jorge/Ogum e a campanha contra a novela de Glória Perez 1. Sobre Jorge e Ogum, e sobre a sanha crente... 2. Jorge, o santo, é católico. Os católicos são a maioria esmagadora - esmagadora - da população brasileira. 70%. Jorge está, pois, em 70% dos lares brasileiros e em todos os templos da maior religião brasileira - o Catolicismo. 3. Além disso, na forma sincrética, Jorge está na Umbanda. No Candomblé, não: na Umbanda. Não é muito representativa, mas tem lá seus 1%, 2%, não vou checar, preguiça, da população brasileira. 4. Somados católicos e umbandistas, que têm em Jorge e Jorge-Ogum, respectivamente, seus símbolos de religião, há 3 venerações contra 1 demonização, em relação aos crentes - 3 x 1. 5. Ou seja, a campanha evangélica contra Jorge/Ogum é, além de preconceituosa, a) coisa de minoria, b) anti-democrática, c) anti-constitucional, d) de mau gosto, e) anti-bílica e f) um pé no saco. 6. Glória Perez, diz-se, reagiu, a dizer que se trata de coisa de imbecis: “Não se deve ampliar a voz dos imbecis”, ela teria dito, cooptando Millôr. 7. Pesado, né? Mas se você diz imbecilidade, quer ouvir o quê?

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