A PARÁBOLA DO CELULAR MISTERIOSO

A parábola do celular misterioso

Uma pessoa envia uma mensagem que misturava três histórias paralelas, porém, desconexas abarcando celulares, resenhas e roubos. Ao ler e reler a mensagem, o receptor levantou a seguinte questão: “será se eu entendi alguma coisa do que li ou será que sou burro demais para mapear os mistérios do reino das maracutagens poéticas e retóricas“? Sabiamente ele solicitou uma segunda leitura de outro analista, pois um texto dá margem à várias interpretações dizia Nietzsche em seus aforismos sobre hermenêutica. O segundo leitor leu vagarosamente, porém, fazendo uso de um desconfiometro para captar as nuances ideológicas por detrás daquela manobra de linguagem truncada e chegou a seguinte conclusão: “Mensagem subliminar estratégica afetiva, entretanto, com falta de clareza e habilidade artística para a dança das palavras“. O que devo responder numa situação dessa? "Deve-se ficar em silêncio ancorado na força do niilismo nietzschiano, meditando na vontade de nada, pois as carências possessivas-demoníacas-obsessivas expõe um ser humano a dizer coisas que até mesmo Deus duvida" ressaltou o outro intérprete.
Pedistes e não recebestes porque pediste mal diz o texto bíblico. Pesado fostes e achado(a) em falta.

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